Linguagem simples ganha visibilidade em matéria no Jornal da Orla

Captura de tela do Jornal da Orla do dia 25 e 26 de abril de 2026. Em destaque, o título: "Linguagem simples facilita comunicação e acesso à informação".


A linguagem simples foi tema da matéria “Linguagem Simples facilita comunicação e acesso à informação” publicada no Jornal da Orla. A edição foi dos dias 25 e 26 de abril de 2026.

Eu dei a entrevista para a reportagem quando participei do 3º Seminário de Neurodiversidade e Políticas Públicas: Acessibilidade e Inclusão no Porto de Santos.

A matéria, do Marcos A. Ferreira, mostra a técnica da linguagem simples como uma forma prática para que o maior número de pessoas tenham acesso à informação.

A linguagem simples pode ser usada com todo mundo. A matéria destacou os benefícios dela para pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas com baixo letramento e também com quem está aprendendo o idioma.

A técnica ajuda as pessoas a participarem da sociedade.
Quando a comunicação melhora, mais pessoas conseguem entender, decidir, estudar e trabalhar.

A linguagem simples ainda é pouco usada em muitos contextos. Quando uma matéria como essa é produzida, o tema chega a mais pessoas.

E isso colabora a:

  • ampliar o entendimento sobre acessibilidade.
  • fortalecer a responsabilidade de quem comunica.
  • incentivar mudanças práticas no dia a dia na vida de muitas pessoas.

Como essa matéria surgiu

O conteúdo da matéria foi construído a partir do 3º Seminário de Neurodiversidade e Políticas Públicas: Acessibilidade e Inclusão no Porto de Santos. Ele foi realizado no dia 10 de abril, na Universidade Católica de Santos (Unisantos), em Santos (SP).

O evento reuniu pessoas de diferentes áreas e contextos: pessoas com deficiência e suas famílias, estudantes, profissionais da área, pessoas empresárias e representantes do poder público.

Durante o seminário, fui uma das instrutoras da oficina de Linguagem Simples e Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).

A oficina contou com a minha participação e das seguintes pessoas instrutoras:

  • Cahuê Alonso Talarico e Marcela Garcia Fonseca, do Instituto Caleidoscópio
  • Pedro, estudante do Ensino Médio com Transtorno do Espectro Autista (TEA)
  • João Pedro, que usa a Comunicação Aumentativa e Alternativa
  • Eliza Sampaio, fonoaudióloga

O objetivo foi mostrar, na prática, como a comunicação impacta o acesso à informação e o protagonismo das pessoas.

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