Linguagem simples ganha visibilidade em matéria no Jornal da Orla

A linguagem simples foi tema da matéria “Linguagem Simples facilita comunicação e acesso à informação” publicada no Jornal da Orla.

A minha entrevista na reportagem surgiu a partir da minha participação no 3º Seminário de Neurodiversidade e Políticas Públicas: Acessibilidade e Inclusão no Porto de Santos.

A matéria mostra a linguagem simples como uma forma prática de ampliar o acesso à informação.

Ela pode ser usada com pessoas com deficiência, pessoas idosas, pessoas com baixo letramento e também com quem está aprendendo o idioma.

A linguagem simples ajuda as pessoas a participarem da sociedade.
Quando a comunicação melhora, mais pessoas conseguem entender, decidir, estudar e trabalhar.

A reportagem destaca que a técnica é importante, mas é preciso olhar para quem está do outro lado e adaptar a comunicação de forma intencional.

Por que essa visibilidade é importante

É importante esse tema na imprensa amplia o alcance da conversa.
A linguagem simples ainda é pouco usada em muitos contextos.

Quando esse tema chega a mais pessoas, ele ajuda a:

  • ampliar o entendimento sobre acessibilidade
  • fortalecer a responsabilidade de quem comunica
  • incentivar mudanças práticas no dia a dia

Como essa matéria surgiu

O conteúdo da matéria foi construído a partir do seminário realizado no dia 10 de abril, na Universidade Católica de Santos (Unisantos), em Santos (SP).

O evento reuniu pessoas de diferentes áreas e contextos.
Participaram pessoas com deficiência e suas famílias, estudantes, profissionais da área, pessoas empresárias e representantes do poder público.

Durante o seminário, fui uma das instrutoras da oficina de Linguagem Simples e Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).

A oficina contou com a participação de:

  • Cahuê Alonso Talarico e Marcela Garcia Fonseca, do Instituto Caleidoscópio
  • Pedro, estudante do Ensino Médio com Transtorno do Espectro Autista (TEA)
  • João Pedro, que usa a Comunicação Aumentativa e Alternativa
  • Eliza Sampaio, fonoaudióloga

O objetivo foi mostrar, na prática, como a comunicação impacta o acesso à informação e o protagonismo das pessoas.

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